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Customer Case  | Agfa, Mortsel, Bélgica  | 11 Janeiro 2019

A impressora de grande formato Jeti Tauro H2500 da Agfa ajudou a P + E Digital a evitar a grave crise econômica

Com a aquisição de uma Jeti Tauro H2500, da Agfa, a P+E Digital ampliou seus negócios, driblou a crise e está criando soluções cada vez mais sofisticadas para seus clientes.

Às vezes, no universo da comunicação visual, a aquisição de uma única máquina pode mudar completamente as perspectivas de futuro e a própria história da empresa. Basta lembrar que da passagem do zero absoluto à implementação de um negócio funcionando, muitas vezes, é suficiente a aquisição de um plotter de recorte – o passo número 1 de uma enorme quantidade de empresas do nosso mercado. Mas não é só nesse início que uma determinada compra pode ser revolucionária. Há inúmeros casos de empreendimentos que, por meio de uma aquisição acertada de impressora de alta tecnologia, conseguiram imediatamente ampliar suas ofertas de produtos, englobando uma solução mais completa, e assim atraindo toda uma nova gama de clientes. A empresa tem, assim, um salto imediato de status aos olhos do mercado. Tudo por conta de um único investimento que acertou no alvo.

Esse foi o caso da P+E Digital, empresa localizada no bairro do Limão, em São Paulo, que está tendo sua trajetória mudada pela aquisição de uma impressora UV LED híbrida, de 2,5 m de largura: a Jeti Tauro H2500, da Agfa.

Antes dessa aquisição, que aconteceu no ano passado, a P+E já tinha oito anos de trajetória. Hoje, a empresa é tocada por três sócios e passou de um espaço de 800 metros quadrados, no Brooklin, para 5 mil m2 no atual endereço, onde trabalham cerca de 70 funcionários.

Para revelar aos nossos leitores como o equipamento da Agfa tem ajudado a P+E a ampliar seus negócios – e até resistir melhor à crise geral –, conversamos com dois dos diretores da empresa: Paulo S. Gonçalves, diretor de produção, e Ane Ferraz, diretora comercial.

 Da esquerda para a direita: Eduardo Barbosa (Diretor de acabamento); Ane Ferraz (Diretora Comercial) e Paulo Sérgio Gonçalves (Diretor de Produção)

 "A impressora Jeti Tauro nos ajudou a evitar a crise. Enquanto muitos outros fecharam as portas ou ainda estão com sérias dificuldades, aqui estamos mais tranquilos. E estou ansioso para comprar outra Agfa muito em breve". 

Paulo S. Gonçalves, diretor de produção.

EMPRESÁRIO DIGITAL – Como foi o início do trabalho com a Jeti Tauro?

PAULO GONÇALVES – Eu fui para a Bélgica atrás de um equipamento para fazer mobiliário urbano. A ideia era essa, mas acabou não dando muito certo porque não evoluiu aqui com a pessoa que deveria tocar essa parte, de modo que a máquina ficou praticamente parada nos três primeiros meses. Até que comecei a explorar as possibilidades desse equipamento e acabei descobrindo o grande potencial dele para projetos especiais, que é um tipo de trabalho no qual a P+E tem se destacado muito, inclusive ganhando diversos prêmios mundo afora.

ED – Como tem sido esse caminho de desenvolver projetos especiais com ela?

PAULO – Geralmente, quem compra essa Agfa está de olho em rodar muitos metros quadrados, porque ela tem essa capacidade. Todo mundo gosta de fazer parecido, seguir caminhos que já deram certo. Mas eu sempre quis ir na contramão disso, descobrir novidades. Pensei em fazer o diferencial nela, como neste livro, cuja capa imprimimos em folha de bananeira [Paulo mostra ao repórter um livro de luxo da L’Occitane, com uma capa de textura diferenciada]. Comecei a colocar o equipamento nesses projetos especiais, em fine art, enquanto a maioria usa para rodar banner, mobiliário urbano, PS... Ninguém quer se envolver em projetos especiais, porque são complexos, então as empresas preferem a solução mais simples. E é aí que eu me destaco. Hoje sou o maior ganhador do Brasil de prêmios PINI [Prêmio Fernando Pini de Excelência Gráfica]. Este ano vou inscrever uns 30 trabalhos.

ED – O que mais te atraiu na máquina?

PAULO – A primeira coisa que me impressionou foi a qualidade de impressão. Quando eu consigo reproduzir a capa de um book com uma sofisticação extraordinária, isso quer dizer que a máquina é capaz de trabalhos de grande qualidade. Quando consigo fazer peças menores com uma leitura muito boa, que as outras máquinas não conseguem, isso se confirma para mim. Tenho HP aqui, que também é excelente, mas a máquina que mais me agradou foi essa Agfa.

ED – Como ela mudou as perspectivas do negócio de vocês?

ANE FERRAZ – Em 2015, o Paulo conheceu nos Estados Unidos uma empresa que tinha uma solução completa para o cliente, e ele decidiu que a P+E também deveria ser assim: um negócio onde o cliente encontra respostas para todas as suas necessidades, desde um cartãozinho de visita até um quadro, uma vitrine, um projeto especial... Antes da Jeti Tauro, nós tínhamos a parte da HP de digital, papel, cartão, mas não esses materiais diferenciados. Então hoje o cliente entra aqui e tem uma possibilidade enorme de trabalhos.

PAULO – Essa máquina até nos salvou da crise econômica brasileira. Quando a situação começou a afetar os nossos negócios, eu comprei essa Agfa, e os trabalhos adicionais que ela me proporcionou acabaram deixando nossa posição estável. Hoje ela me dá uma margem de faturamento de 25% a 30%. Ou seja, se eu não tivesse feito essa aquisição, hoje estaria 30% abaixo. A Jeti Tauro me ajudou muito a não sentir a crise. Enquanto muitos fecharam ou estão numa situação difícil, eu estou confortável. E a minha intenção é comprar uma segunda Agfa em muito pouco tempo. Devo ir agora para uma feira nos Estados Unidos, para ver essa outra máquina da marca. 

 "Também usamos a Jeti Tauro para produzir projetos de arte diferenciados, como imprimir capas de livros em folhas de bananeira. Nada no mercado conseguiu satisfazer nossas expectativas em qualidade como a Agfa."

Ane Ferraz, diretora de negócios 

ED – Como vocês veem a empresa daqui algum tempo com essa Agfa e a segunda que estão querendo comprar?

PAULO – Lógico que eu não vou viver de arte, não dá para sobreviver da impressão de um livro, de tirar 30 fotos de um book... não paga a conta. Só que eu, diferente de outros, continuo batendo na tecla da qualidade. A máquina roda 250 metros por hora, mas a minha está acertada para rodar 100 por hora, porque eu quero com a melhor qualidade possível. Os outros querem quantidade, mas eu sei que, quando levo um projeto especial a um cliente, eu o conquisto imediatamente.

ANE – Queremos cada vez mais proporcionar essa solução integral. Quando você roda um PS e um catálogo em duas empresas diferentes, uma pode ter uma curva de cor distinta da outra; aqui não. Então hoje eu tenho a condição de rodar muita coisa só com a Jeti Tauro. E não é só material de PDV... é arte! Do que nós procurávamos no mercado, nada atingiu a nossa expectativa em relação à qualidade como a Agfa.

ED – Como tem sido o trabalho de vocês para as agências? Aumentou ou diminuiu?

PAULO – Antigamente, 90% do nosso negócio era com agência de publicidade. Hoje, não. Baixou para 50%, enquanto a outra metade é de cliente direto. Isso porque o mercado mudou e o cliente direto está comprando mais. Saiu da mão da agência. Por questões financeiras, o cliente não quer mais ter a agência comprando. Hoje já tenho Itaú direto, Danone direto, Nextel, Bradesco... O que faço bastante ainda com agência é mobiliário urbano, que é na Agfa também.

ED – Quais os maiores desafios de lidar com agência?

PAULO – Não tenho muitos desafios hoje porque já lido com agência há 30 anos, é muito fácil tratar com elas. O que não está sendo mais fácil diz respeito ao custo dos materiais. Antigamente, uma caixa que eu vendia por R$ 1 mil, hoje estou vendendo por R$ 300... Caiu demais, a agência não está conseguindo comprar pelo mesmo custo.

ED – Vocês têm um histórico de muita premiação importante. Como tem sido isso?

PAULO – Nunca fui muito bom de fazer marketing, mas me concentrei na qualidade do negócio. Eu não sabia mensurar o quanto a P+E era grande até que, no ano passado, numa premiação em Israel, fomos considerados como a melhor gráfica do mundo. E chegamos nesse ponto justamente pela qualidade. Nosso primeiro prêmio com a Jeti Tauro foi no ano passado também, um PS que ganhou no PINI. Mas já vínhamos sendo premiados antes dela. Nos últimos anos, temos ganhado uns nove prêmios todos os anos. Com esse prêmio de Israel, acabamos ficando conhecidos por mais clientes.  Antes não precisávamos desse marketing, porque as próprias agências divulgavam nossos serviços entre elas. Hoje, que trabalhamos mais com o cliente direto, esse marketing é importante. Temos Facebook, Instagram, site... e toda semana faço posts com duas ou três peças que estamos criando.

Stella Artois
Jeti Tauro H2500 LED

Jeti Tauro H2500 LED

A impressora híbrida Jeti Tauro H2500 LED conta com cura por LED ultravioleta, para oferecer impressões com seis cores vivas mais branco ou primer, incrível produtividade (até 275 m2/h), automação de ponta e inúmeras aplicações em mídia rígida e flexível.

Produtividade extrema. Qualidade extrema.

Produtividade extrema. Qualidade extrema.

A Agfa Graphics alcançou a combinação perfeita entre qualidade e produtividade no mundo da impressão jato de tinta. A necessidade de escolher se tornou uma coisa do passado. Agora você pode ter o melhor dos dois mundos: não importa se você deseja uma produção extremamente alta com níveis incríveis de qualidade ou uma extrema qualidade com o nível mais rápido de produção do mercado atualmente, a Agfa Graphics pode torná-los realidade!

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